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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
POOL-LIFE - A revista da piscina
POOL-LIFE - A revista da piscina: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Proer privado resgata Silvio Santos - negocios - Estadao.com.br
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Água é para cuidar: Abril 2010
Água é para cuidar: Abril 2010: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Separação de iceberg na Antártida pode afetar aquecimento
Separação de iceberg na Antártida pode afetar aquecimento: "Foto divulgada nesta segunda (31) mostra o glaciar em mares australianos; teme-se que o bloco afete correntes marítimas
Foto: Reuters
separação de um iceberg do tamanho de Luxemburgo, que se rompeu e afastou de uma geleira maior, pode modificar os padrões de circulação oceânica e influenciar na piora do aquecimento global, dizem cientistas de uma missão na Antártida.
Em fevereiro passado, um iceberg de 2,5 mil km² separou-se de um bloco gigante de gelo flutuante da geleira Mertz, no polo Sul, depois de colidir com um iceberg ainda maior. A língua de gelo que se projetava no oceano atuava como barragem, impedindo o gelo marítimo de chegar a uma seção de água permanentemente aberta a oeste. Agora, o bloqueio se rompeu, e a mistura das águas circundantes da Antártida com o restante do oceano podem modificar o deslocamento de calor pelo globo.
A área próxima da língua de gelo, reduzida à metade pela colisão é um dos poucos lugares em volta da Antártida onde água salgada densa se forma e afunda para as profundezas do oceano, disse nesta segunda-feira o líder da missão científica, Steve Rintoul. Essa 'água densa de fundo' é determinante na circulação global das águas, incluindo a corrente que leva águas quentes do Atlântico para a Europa ocidental.
Rentoul disse que há o risco de que a área agora seja menos eficiente na produção da água de fundo que alimenta as correntes oceânicas profundas, que influem sobre os padrões climáticos globais.
'Este é um dos poucos lugares em volta da Antártida onde a superfície do mar se adensa o suficiente para chegar às profundezas' disse Rintoul à Reuters, falando diretamente do navio quebrador de gelo Aurora Australis, perto da geleira a 2,5 mil km ao sul de Hobart, capital do Estado australiano da Tasmânia. 'Se a área for menos eficaz na formação de água densa, a salinidade será menor do que era no passado.'
Rintoul lidera uma equipe internacional de quase 40 cientistas que estudam os impactos da perda da língua glacial, além de mudanças nas temperaturas, na salinidade e na acidez oceânicas. Os oceanos atuam como freio às mudanças climáticas, porque absorvem grandes quantidades de calor e dióxido de carbono, o principal gás estufa, da atmosfera. Mas, quanto mais CO2 os oceanos absorvem, mais ácidos se tornam. Com isso, animais como lesmas marinhas têm dificuldade maior em criar suas cascas.
Foto: Reuters
separação de um iceberg do tamanho de Luxemburgo, que se rompeu e afastou de uma geleira maior, pode modificar os padrões de circulação oceânica e influenciar na piora do aquecimento global, dizem cientistas de uma missão na Antártida.
Em fevereiro passado, um iceberg de 2,5 mil km² separou-se de um bloco gigante de gelo flutuante da geleira Mertz, no polo Sul, depois de colidir com um iceberg ainda maior. A língua de gelo que se projetava no oceano atuava como barragem, impedindo o gelo marítimo de chegar a uma seção de água permanentemente aberta a oeste. Agora, o bloqueio se rompeu, e a mistura das águas circundantes da Antártida com o restante do oceano podem modificar o deslocamento de calor pelo globo.
A área próxima da língua de gelo, reduzida à metade pela colisão é um dos poucos lugares em volta da Antártida onde água salgada densa se forma e afunda para as profundezas do oceano, disse nesta segunda-feira o líder da missão científica, Steve Rintoul. Essa 'água densa de fundo' é determinante na circulação global das águas, incluindo a corrente que leva águas quentes do Atlântico para a Europa ocidental.
Rentoul disse que há o risco de que a área agora seja menos eficiente na produção da água de fundo que alimenta as correntes oceânicas profundas, que influem sobre os padrões climáticos globais.
'Este é um dos poucos lugares em volta da Antártida onde a superfície do mar se adensa o suficiente para chegar às profundezas' disse Rintoul à Reuters, falando diretamente do navio quebrador de gelo Aurora Australis, perto da geleira a 2,5 mil km ao sul de Hobart, capital do Estado australiano da Tasmânia. 'Se a área for menos eficaz na formação de água densa, a salinidade será menor do que era no passado.'
Rintoul lidera uma equipe internacional de quase 40 cientistas que estudam os impactos da perda da língua glacial, além de mudanças nas temperaturas, na salinidade e na acidez oceânicas. Os oceanos atuam como freio às mudanças climáticas, porque absorvem grandes quantidades de calor e dióxido de carbono, o principal gás estufa, da atmosfera. Mas, quanto mais CO2 os oceanos absorvem, mais ácidos se tornam. Com isso, animais como lesmas marinhas têm dificuldade maior em criar suas cascas.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Japão sacrifica 410 mil frangos para conter gripe aviária - internacional - Estadao.com.br
Japão sacrifica 410 mil frangos para conter gripe aviária - internacional - Estadao.com.br: "O Japão irá sacrificar 410 mil frangos de uma importante granja na cidade de Miyazaki, no oeste do país, para combater uma epidemia de gripe aviária, informou um funcionário do governo. A decisão foi tomada após 20 frangos serem encontrados mortos na manhã de hoje na fazenda.
Autoridades decidiram matar todas as aves do complexo, para evitar uma disseminação maior do problema. O complexo fica a apenas alguns quilômetros de outra fazenda, onde já estão sendo sacrificados cerca de 10 mil frangos.
Ontem, o primeiro-ministro Naoto Kan estabeleceu uma força-tarefa para conter a disseminação da gripe aviária, segundo funcionários. Foram os primeiros registros de uma epidemia de gripe aviária nessa cidade japonesa desde 2007.
Em Miyazaki, que fica 900 quilômetros a sudoeste de Tóquio, uma epidemia de febre aftosa no ano passado obrigou criadores a sacrificarem quase 300 mil animais de suas fazendas.
As informações são da Dow Jones.
Autoridades decidiram matar todas as aves do complexo, para evitar uma disseminação maior do problema. O complexo fica a apenas alguns quilômetros de outra fazenda, onde já estão sendo sacrificados cerca de 10 mil frangos.
Ontem, o primeiro-ministro Naoto Kan estabeleceu uma força-tarefa para conter a disseminação da gripe aviária, segundo funcionários. Foram os primeiros registros de uma epidemia de gripe aviária nessa cidade japonesa desde 2007.
Em Miyazaki, que fica 900 quilômetros a sudoeste de Tóquio, uma epidemia de febre aftosa no ano passado obrigou criadores a sacrificarem quase 300 mil animais de suas fazendas.
As informações são da Dow Jones.
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